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China ignora EUA e amplia controle sobre Hong Kong

Polícia de Hong Kong ameaça usar munição letal contra manifestantes
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A ação chinesa contra Hong Kong poderá destravar uma série de retaliações sobre a potência asiática.

O regime comunista da China aprovou, nesta quinta-feira (28), uma nova lei de segurança nacional sobre Hong Kong

O ato é um claro desafio ao presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, que já havia ameaçado sanções a Pequim em caso de intervenção no território semi-autônomo.

O Congresso da China aprovou¹ por 2.878 votos à favor e 1 contra, com 6 abstenções, a lei que proíbe subversão, secessão, terrorismo e interferência estrangeira em Hong Kong. 

A decisão é uma forma do Partido Comunista Chinês (PCC) conter os protestos pró-democracia que assolam a cidade ao longo dos último meses.

Após a votação legislativa, o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, afirmou² que a política de “um país, dois sistemas”, que estabelece as relações com a cidade, continuaria em vigor.

Na quarta-feira (27), o chanceler dos EUA, Mike Pompeo, alertou que não pode mais reconhecer³ a autonomia de Hong Kong em relação à China, assegurada desde a entrega da cidade por parte do Reino Unido, há 23 anos. 

Referências: [1][2][3]
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