China não consegue estimular mais nascimentos no país

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TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Durante décadas, a China restringiu duramente o número de bebês que as mulheres podiam ter. Agora, está encorajando-as a ter mais filhos – e isso não está funcionando.


Quase três anos depois de afrouxar a política do filho único e permitir aos casais terem dois filhos, o regime comunista da China começou a perceber que seus esforços para aumentar a taxa de natalidade no país vêm fracassando porque os pais não querem ter mais filhos.

Dados do Escritório Nacional de Estatísticas da China mostram que o número de nascimentos caiu cerca de 630 mil em 2017 na comparação com o ano anterior. No mesmo período, o percentual da população com mais de 60 anos passou de 16,7% para 17,3%.

Funcionários procuram meios de estimular o baby boom preocupados com que uma iminente crise demográfica ponha em perigo o crescimento econômico – com reflexos sobre o governo do Partido Comunista e sobre seu líder, Xi Jinping.

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É uma surpreendente reviravolta do partido, que pouco tempo atrás impôs multas aos casais que tivessem mais de um filho e forçou centenas de milhões de mulheres a abortar ou serem operadas para se tornar estéreis. A China é o país mais populoso do mundo, com mais de 1,4 bilhão de habitantes.

 

Com informações do Estadão

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