China provoca vizinhos com navios militares em áreas disputadas

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O comportamento da China em áreas disputadas está cada vez mais belicoso.

Ao longo da última semana, o governo das Filipinas se queixou da presença de navios militares da China no disputado recife de Whitsun, localizado no Mar do Sul

O regime comunista se considera dona de 85% destas águas territoriais. Não é à toa que militarizar pequenas ilhotas e atóis é parte dessa estratégia de ocupação desde 2014.

Pequim, por outro lado, afirma que os barcos que tem por lá são só pesqueiros. 

No último sábado (3), 1 dos 2 porta-aviões da China, o Liaoning, fez uma travessia no estreito de Miyako, onde ficam as disputadas ilhas Senkaku.

Estas ilhas desabitadas, que possuem potenciais reservas de petróleo, são controladas pelo Japão.

O Ministério da Defesa do Japão criticou a movimentação militar chinesa, classificando-a como uma provocação. 

Tóquio aproveitou para se queixar da nova lei regendo a Guarda Costeira da China, que permite o lançamento de um ataque a qualquer navio estrangeiro em águas que Pequim considere suas.

Taiwan, ilha que Pequim considera sua, também registrou um pico de tensão nesta segunda-feira (5). 

Pelo menos 10 caças chineses entraram numa área em que os países se dão ao direito de exigir que qualquer aeronave se reporte, sob pena extrema de abate.

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