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China retira credenciais de jornalistas do Wall Street Journal

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“O povo chinês não dá boas-vindas a órgãos de imprensa que usam termos raciais discriminatórios”, diz o regime comunista.

A China retirou, nesta quarta-feira (19), as credenciais de imprensa de três repórteres norte-americanos do jornal The Wall Street Journal

O regime comunista em Pequim acusou os profissionais de “racismo” por causa de artigo crítico aos esforços do país na luta contra a epidemia do novo coronavírus.

Segundo a agência ANSA, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, declarou:

“O povo chinês não dá boas-vindas a órgãos de imprensa que usam termos raciais discriminatórios e atacam maliciosamente a China.”

Os jornalistas são os americanos Josh Chin e Chao Deng e o australiano Philip Wen. Os três devem deixar a China em até cinco dias. 

O artigo que gerou descontentamento em Pequim foi assinado por Walter Russell Mead e publicado pelo jornal no dia 3 de fevereiro com o título “A China é o Verdadeiro Homem Doente da Ásia”.

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