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China tenta explicar os campos de detenção para muçulmanos

China tenta explicar os campos de detenção para muçulmanos
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

O confinamento na região de Xinjiang de pessoas da minoria uigur e outras muçulmanas atraiu intensa condenação internacional.

Na última terça-feira (12), um membro do alto escalão do regime comunista da China disse que os campos de internamento de minorias muçulmanas são como internatos, e que o número de internos vai diminuir.

Especialistas estrangeiros, segundo a Folha, calcularam que os campos detiveram sem julgamento até 1 milhão de uigures, cazaques e outros muçulmanos.

O objetivo das detenções é tentar transformá-los em leais apoiadores do Partido Comunista, falando chinês com fluência.

“Na verdade, nossos centros são como internatos onde os estudantes podem comer e viver de graça”, disse o presidente do governo de Xinjiang, Shohrat Zakir, ao desmentir a narrativa de perseguição religiosa.

Mas não são apenas os muçulmanos que estão sofrendo nas mãos do regime comunista. Os adeptos do Cristianismo também são alvos constantes de ataques na China, como noticiou a RENOVA.

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