China tenta se infiltrar na Austrália e Nova Zelândia

O Partido Comunista da China desenvolveu formas de penetrar e se infiltrar na Austrália e Nova Zelândia, dando ao regime uma forte influência sobre a mídia local, a academia, os negócios e a política.

A questão da influência do Partido Comunista Chinês agora está nas manchetes na Austrália e na Nova Zelândia, após a divulgação da audiência da Comissão de Revisão Econômica e de Segurança EUA-China em 5 de abril.

Peter Mattis, membro do Programa da China na Fundação Jamestown, disse à comissão em abril que o Partido Trabalhista de Jacinda Ardern na Nova Zelândia aceitou doações de patrocinadores ligados a uma das agências de espionagem do Partido Comunista Chinês, o Departamento da Frente Unida.

“Eu acho que … chegou muito perto do núcleo político”, disse Mattis. “Um dos maiores angariadores de fundos para o Partido de Jacinda Ardern tem conexões com a Frente Unida [da China], e você tem que admitir que isto está perto demais do núcleo político central do sistema da Nova Zelândia e que temos de pensar se eles tomam ou não medidas e que tipos de ação.”

O congressista norte-americano James Talent também observou que o Partido Comunista Chinês pode estar testando suas operações na Nova Zelândia e na Austrália, e que mais tarde poderá tentar usar isso contra outros países, incluindo os Estados Unidos.

“É importante que os Estados Unidos considerem que a China pode estar testando métodos de interferência para identificar as fraquezas nas democracias, a fim de usar as mesmas táticas contra os países ocidentais no futuro”, disse ele. “Os Estados Unidos, seus aliados e seus parceiros devem entender os objetivos da China e reconhecer a determinação da China em alcançá-los.”

 

Com informações de Epoch Times
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

Os comentários estão encerrados.