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Cidades acreditam que atos do Black Lives Matter pioraram a pandemia

É perigoso criticar o Black Lives Matter, diz jornalista americano

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Boa parte da imprensa segue minimizando os riscos de transmissão do coronavírus durante os atos do Black Lives Matter.

As autoridades de Los Angeles e do condado de Miami-Dade reconheceram que os protestos do movimento Black Lives Matter podem ter levado ao aumento da disseminação do coronavírus.

As três cidades sofreram um aumento nos casos de Covid-19 após semanas de protestos.

No entanto, muitos políticos do Partido Democrata e profissionais de saúde pública manifestaram apoio aos atos, incluindo o prefeito de Los Angeles, Eric Garcetti.

Dias atrás, Garcetti veio a público dizer que a diretora de saúde pública da cidade chegou a conclusão de que os protestos estavam contribuindo para impulsionar o coronavírus.

Já no condado de Miami-Dade, na Flórida, o porta-voz do prefeito Carlos A. Giménez disse à emissora Fox News que os protestos foram um “fator contribuinte” para o crescimento no número de casos.

Uma equipe de médicos que assessoraram o prefeito disse a ele que os protestos foram um fator determinante para a disseminação do vírus no condado.

Já em Nova York, embora a porcentagem de casos positivos de coronavírus da cidade tenha aumentado por quatro dias consecutivos, o escritório do prefeito Bill de Blasio sustentou que os protestos não afetaram a disseminação comunitária na cidade.

No mês passado, segundo o jornal Gazeta do Povo, a cidade recebeu críticas por sua decisão de não perguntar às pessoas se elas participaram de protestos do Black Lives Matter durante chamadas de rastreamento de contatos para monitorar a propagação do coronavírus.

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