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Cidades flutuantes deixam o campo da ficção científica e começam a tomar forma

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

É uma ideia ao mesmo tempo audaciosa e simplista: estados-nação independentes e auto-sustentáveis flutuando em águas internacionais.

Por muito tempo, as cidade flutuantes eram apenas material da ficção científica. Mas, nos últimos anos, a ideia amadureceu e deixou o campo da pura fantasia para algo que se aproxima da realidade. Agora existem empresas, acadêmicos, arquitetos e até mesmo um governo trabalhando juntos em um protótipo até 2020.

No centro deste projeto está o Instituto Seasteading, uma organização sem fins lucrativos com sede em São Francisco. Fundada em 2008, o grupo gastou cerca de uma década tentando convencer o público de que o projeto de cidades flutuantes não é uma ideia completamente louca.

No início deste ano, o governo da Polinésia Francesa concordou em deixar o Instituto Seasteading começar a testar o projeto em suas águas territoriais. A construção pode começar em breve e os primeiros edifícios flutuantes – o núcleo de uma cidade – podem ser habitáveis em apenas alguns anos.

Com informações de: (1)

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