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Cientistas encontram 14 mutações do novo coronavírus

Europa começa a testar quatro tratamentos contra o coronavírus
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Cientistas apontam mutação que “poderia ter agilizado a disseminação do vírus no mundo”.

Um grupo de pesquisadores do Laboratório Nacional Los Alamos, nos Estados Unidos, identificou 14 mutações do novo coronavírus.

Uma delas, que foi batizada como D614G, se tornou dominante em várias partes do mundo, inclusive na Itália, e se mostra mais contagiosa do que a original que circulou em Wuhan, na China.   

Liderada pelo cientista David Montefiori, a pesquisa foi publicada dias atrás no site bioRxiv.

O estudo revela que os 14 tipos de mutações foram localizados na proteína spike, responsável pela entrada do vírus nas células, das quais a D614G é motivo de “preocupação urgente” pelos cientistas. 

“Poderia ter sido essa mutação que agilizou a disseminação do vírus no mundo e seria arriscado ignorar essas mudanças que podem limitar a eficácia das primeiras vacinas que chegarão”, explicaram os cientistas.

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