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Clube Militar diz que Celso de Mello tem ‘ódio por militares’

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Decisão do ministro ordena que os depoimentos dos generais tomados até por “condução coercitiva” ou “debaixo de vara”.

A decisão de Celso de Mello, magistrado do Supremo Tribunal Federal (STF), de ordenar que os depoimentos de ministros-generais do governo Jair Bolsonaro sejam tomados até por “condução coercitiva” ou “debaixo de vara” ofendeu os militares brasileiros.

Os generais Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Braga Netto, da Casa Civil, e Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, são testemunhas no inquérito na Corte que apura as acusações do ex-ministro Sérgio Moro de possível interferência de Bolsonaro na Polícia Federal (PF).

Segundo apuração do blog da Andreia Sadi, do portal G1, ao analisar a decisão, o trio de generais se irritou com o trecho que tratava da condução coercitiva, avaliando se tratar de “desrespeito”.

Em uma nota de repúdio, o presidente do Clube Militar, general Eduardo Barbosa, acusa o despacho de Mello de ser “páginas e mais páginas de ilações e comentários completamente desnecessários, utilizados tão somente para demonstrar seu ódio pelo governo federal e pelos militares”.

“Tratar autoridades de um outro Poder dessa forma leviana só demonstra o nível de Ministros do STF que temos em nosso País. Particularmente no tocante aos nossos Generais Ministros, a capacidade profissional que demonstraram ao longo de suas carreiras dispensa qualquer defesa, pois nenhum chegou ao topo da carreira militar por indicações políticas e/ou ideológicas, mas tão somente pelo mérito, caracterizado, entre outros atributos, pela dedicação à Pátria”, diz trecho do texto do Clube Militar.

O clima ainda segue sendo de desconforto no Palácio do Planalto e nas Forças Armadas.

Oficiais da ativa e da reserva de fora do governo fizeram coro e disseram que se sentiram atingidos e tratados como “bandidos”, destaca o jornal Estadão.

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