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COLUNA: 6 coisas que a esquerda não fala sobre Che Guevara

Pedro Augusto

Pedro Augusto

COLUNA: 6 coisas que a esquerda não fala sobre Che Guevara
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Mesmo representando o que há de pior no ser humano, Che Guevara é considerado um ídolo pela maior parte dos esquerdistas.

Che costuma ser representado como um símbolo dos direitos humanos, mas escravizava e matava opositores.

Além de ser um comunista radical, era homofóbico e racista. Che Guevara era tudo o que não prestava.

Então hoje eu separei alguns fatos sobre Che que os militantes de esquerda costumam esconder.

1) Che, o assassino

Che Guevara esteve envolvido diretamente com a morte de 144 pessoas, dentre elas companheiros de revolução. Houve um caso de um garoto que tinha 12 ou 14 anos que o pai ia ser morto pela ditadura cubana. O garoto entrou na frente para defendê-lo, mas prenderam-no. Um tempo depois, mandaram o jovem para o paredão e pediram para ele se ajoelhar. Ele desobedeceu, Che disse que era muito corajoso e deu um tiro em sua nuca.

Outro foi um jovem chamado Ariel Lima. Foi preso pela ditadura de Fulgencio Batista e falou de segredos dos revolucionários porque as forças de segurança ameaçaram estuprar a sua mãe. Mudou o governo, Ariel continuou preso, a mãe pediu ao Che para seu filho não ser condenado à morte. Sem sucesso.

Na ONU, em um discurso que você pode conferir no YouTube, Che Guevara confirmou o fuzilamento de opositores políticos. Muitos esquerdistas dizem que são apenas boatos. Porém, o próprio escrevia sobre a necessidade de matar os opositores políticos.

Um outro caso foi na tomada da cidade de Santa Clara, onde o líder comunista ordenou a morte ou execução de 17 pessoas sem terem chances de defesa ou de um julgamento justo. Um pai foi morto na frente de seu filho adolescente. Sobre o episódio, Che dizia que provas eram secundárias em uma revolução.

2) Che, o carrasco

Foi ele o responsável pela construção do primeiro campo de trabalhos forçados em Cuba no ano de 1960. O comunista dizia que para lá iriam aqueles que cometeram erros com a moral revolucionária.

Lá serviu de modelo para Unidades Militares que recrutavam jovens à força pela disposição da polícia. O trabalho era de oito horas diárias, eram tratados como os presos políticos e os trabalhos eram gratuitos. Isso era para ter mão de obra gratuita para o Estado, mais conhecida como escravidão, além de castigar jovens que se negassem a participar de organizações comunistas.

Foram mandados para lá, mesmo posteriormente, tudo aquilo que seria o resquício do velho homem, ou seja, católicos, Testemunhas de Jeová, alcoólatras, pessoas com HIV, fiéis do candomblé e homossexuais.

3) Che, o homofóbico

Em Cuba existia a crença de que a homossexualidade seria “curada” com o socialismo. Ou seja, para eles a “cura gay” era o socialismo.

Só em 1979 a homossexualidade deixou de ser crime. Até 1997 era proibido o beijo entre pessoas do mesmo sexo em público.

4) Che, o racista

No Diário de Motocicleta, Che escreveu que os negros “mantiveram a sua pureza racial graças ao pouco apego ao banho” e que eles só gastavam dinheiro com frivolidades.

5) Che queria uma Guerra Nuclear

Em 1962, houve a Crise dos Mísseis. Os Estados Unidos e a União Soviética quase entraram em guerra nuclear. Os russos colocaram mísseis em Cuba apontados para o território norte-americano, que também fizeram mesmo na Turquia apontando para as terras soviéticas. O presidente dos EUA, John Kennedy, e o ditador soviético, Nikita Krushev, impediram o conflito através da diplomacia.

No entanto, Che e o Fidel não gostaram muito. O primeiro afirmou, em uma entrevista, que se os mísseis tivessem ficado em Cuba ele teria jogado todos nos Estados Unidos e que se houvesse um contra-ataque, os cubanos estariam prontos para se sacrificarem.

6) Che, o explorador

Quando foi presidente do Banco Nacional de Cuba, mesmo sem entender nada de economia, Che propôs o seguinte: cortar os salários de quem produzisse menos, trabalhos voluntários nas férias e castigo aos que não cumprissem o seu dever.

Apesar de fazer tudo isso, ele é homenageado até hoje. A Associação Brasileira de Imprensa fez isso. E o mais impressionante é que jornais foram fechados em Cuba e tudo é controlado pelo governo.

Eu tenho um canal no YouTube e gravei um vídeo contando algumas coisas esquecidas sobre a Revolução Cubana. Confira, inscreva-se e ative o sininho.

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