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COLUNA: A ida de Bolsonaro ao G-20 resume o seu governo


O presidente da República, Jair Bolsonaro, se encontrou com os principais líderes das grandes potências mundiais no G-20 — grupo das vinte maiores economias do mundo.

A ida do chefe do Executivo ao evento foi envolta do velho jogo de mentiras e distorções com o qual a grande mídia vem cercando o seu governo. No final, Bolsonaro voltou com um acordo que estava a ser costurado há 20 anos por União Europeia e Mercosul – acordo esse que irá impactar positivamente a economia brasileira.

Bolsonaro mostrou ser um grande negociador ao trocar uma saída do Acordo Climático de Paris por um acordo de livre-comércio. Deixou de lado uma decisão puramente ideológica e sem nada de positivo a curto e médio prazo ao optar por um pacto que terá o poder de injetar R$ 500 bilhões no PIB brasileiro em dez anos. Tal acontecimento é simbólico e resume seu governo sob diversos aspectos. Vejamos o porquê disso.

Desde que lançou sua candidatura a presidência da República, Bolsonaro sofreu todo tipo de ataque mentiroso a sua reputação. Primeiro, disseram que ele era uma ameaça à democracia brasileira, simpático a um regime ditatorial e propenso a fazer o mesmo uma vez na presidência.

O tempo tratou de mostrar o contrário: Bolsonaro não só nunca foi uma ameaça à democracia, mas revitalizou-a. Desde 1989 a direita não elegeu um presidente, tendo a esquerda sucessivas vitórias eleitorais e escatelando-se no poder. Sua vitória serviu para fazer valer a alternância de poder, um dos pilares de qualquer democracia liberal.

É simbólico também que um grupo expressivo de juristas tenha lançado um manifesto em apoio à candidatura de Jair Bolsonaro. E o documento era intitulado ‘’Manifesto contra a corrupção e em defesa da democracia’’. Tal fato passou completamente batido pelos ‘’especialistas’’, o engraçadinho do sr. Francis Fukuyama não lembrou disso quando repetiu a verborragia do establishment sobre Bolsonaro. Que um gringo liberal tenha cometido tal erro, é perdoável até mesmo por ele não acompanhar a nossa realidade. Mas algum brasileiro com certa instrução cometer tal equívoco é imperdoável.

A acusação de Bolsonaro ser corrupto é tão ridícula que nem mereceria ser rebatida, mas teve um eco deveras generoso na grande mídia e não dá para ser ignorada. As esquerdas disseram que ficar 30 anos na política é fato suficiente para tirar qualquer intenção do mesmo em praticar a ‘’nova política’’. Disseram também que a quantidade de imóveis comprados por ele é uma prova de sua corrupção. O caso Queiroz seria outra prova. Interessante: em nenhum desses casos – reais ou não – Bolsonaro foi condenado pela justiça. Alimentar narrativas esdrúxulas com base em achismo é coisa de gente sem compromisso com a verdade dos fatos.

Sobre a última acusação, cabe ressaltar que o presidente Bolsonaro escalou o ex-juiz Sérgio Moro para o cargo de ministro da Justiça. Uma referência do combate a corrupção seria nomeado por um político corrupto? Na lógica imbecil das esquerdas, sim. Na de qualquer um com mais de dois neurônios, não faz o menor sentido.

Já como presidente, Bolsonaro foi acusado de, nas palavras do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ‘’não sentar na cadeira de presidente’’. Ao invés de procurar uma troca de farpas inútil e provocar parlamentares – como o senhor Maia fez – Bolsonaro trabalhou com afinco nas relações do Brasil com outras nações para atrair investimentos e firmar bons acordos. Suas medidas provisórias no sentido de desburocratizar a economia, enxugar a máquina pública e diminuir o tamanho do Estado, numa receita liberal quase nunca testada antes, são louváveis e merecedoras de reconhecimento. Enquanto isso, Maia trabalhou para esvaziar a Reforma da Previdência e isolar o governo no Congresso para em seguida alegar omissão do Executivo no parlamento. E claro, teve o generoso apoio da grande mídia para tal narrativa absurda ter um pingo de credibilidade.

Divergências a parte, Bolsonaro não é nenhum idiota. Tampouco incompetente. Chegou no Palácio do Planalto com uma agenda bem clara e faz das tripas coração para cumpri-la. E mesmo com certas limitações, mostra traquejo político e habilidade de negociar acordos e projetos. Ainda que conte com a oposição feroz da imprensa e de grande parte da classe política, sua força popular o blinda de qualquer tentativa de desmoralizá-lo.

Se ao sair do Brasil rumo a Tóquio para o G2-0 Bolsonaro era dado como isolado e certos jornalistas falavam em vexame, ele voltou ao país com um importante acordo no colo e boas perspectivas bilaterais com diversas nações, principalmente Estados Unidos. Sua ida ao Japão resume seu governo: os ‘’especialistas’’ da grande mídia o dão como idiota e incompetente, mas os resultados sempre os fazem quebrarem a cara.

Os pontos de vista expressos neste artigo são as opiniões do autor e não refletem necessariamente a posição da RENOVA Mídia.

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