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COLUNA: Biden é um risco aos Estados Unidos da América

O mundo está a assistir uma guerra comercial entre os Estados Unidos da América e a China. Os motivos, desdobramentos e objetivos de ambas as partes são inúmeros, e a questão não é tão simples assim.

Fiz um artigo que mostra a questão desde a decisão do ex-presidente americano Richard Nixon de reabrir relações diplomáticas e comerciais com a China, sendo este o ponto de partida para a questão.

Donald Trump, o atual presidente dos EUA, cumpre o seu papel e defende os interesses de seu país. Ele tem a perfeita noção do que o projeto globalista de poder da China representa não só para os EUA, mas para a civilização ocidental – qualquer dúvida é só pesquisar por perseguições ao cristianismo feitas pelo regime comunista chinês. Sua disputa com a China é relativamente simples nas motivações e complexa no modus operandi para lidar com a questão.

Isso não parece ser verdade para Joe Biden. O pré-candidato à presidência dos EUA pelo Partido Democrata minimizou a ameaça chinesa à economia americana. “Nenhuma outra nação pode nos pegar, incluindo a China. Eu fui criticado por dizer isso. Passei tanto tempo com [o presidente chinês] Xi Jinping como qualquer líder mundial.”

Biden não parece perceber o simples fato de o regime chinês ser parte de um projeto globalista junto com a Rússia para destruir os EUA. Esse objetivo é declarado e já foi inúmeras vezes relembrado pelo presidente russo Vladimir Putin. Rússia e China estão juntos na defesa do ditador venezuelano Nicolás Maduro, dão suporte ao presidente turco Recep Erdogan e estão alinhados ao eixo antiamericano no terceiro mundo islâmico – eixo que também tem como objetivo a destruição dos EUA. Será mesmo que a China não é uma ameaça aos EUA?

Os democratas ficaram por tempos acusando Trump de ser um fantoche de Putin. Levaram a narrativa do Russiagate até às últimas consequências. Tentaram mostrar que o presidente era uma ameaça à segurança nacional ao sustentar que suas alegações contra o mesmo eram verdadeiras.

Mas o Russiagate virou pó. Donald Trump foi inocentado das investigações sobre o inexistente conluio russo com sua campanha. Ironicamente, estão a aparecer inúmeras evidências de ligações de Joe Biden com o regime comunista chinês.

Tais evidências foram levantadas em um livro chamado ‘’ “Impérios Secretos: Como a classe política americana esconde a corrupção e enriquece a família e amigos”, do autor Peter Schweizer. A maior delas é a de que a empresa de investimento de seu filho recebeu milhões de dólares do regime comunista da China. Parece ser comum outras nações – e principalmente regimes antiamericanos – fazerem lobby com políticos americanos. John McCain, senador republicano falecido ano passado e crítico ferrenho de Trump, teve um assessor de campanha acusado de receber US$ 15 milhões da Arábia Saudita.

Agora, surgem tais acusações contra Joe Biden no exato momento em que ele desdenha da ameaça chinesa aos EUA. É muita coincidência. Se for, os 76 anos não valeram nada em experiência para o candidato democrata tido como favorito para derrotar o presidente Donald Trump – isso para a grande mídia, bom que se diga.

Mas ele, como bom líder esquerdista, gosta de reverberar o discurso antiamericano que tanto causa danos aos EUA externamente. E o faz justamente pelo eleitorado democrata odiar seu próprio país – isso se as acusações de suas conexões com o regime chinês não forem verdadeiras. Com tantas ditaduras antiamericanas no terceiro mundo, Joe Biden é inconsequente ao extremo em atacar a atual política externa do presidente Trump.

A guerra comercial com a China não é um desejo de Donald Trump. Não depende dele em um primeiro momento que o regime comunista chinês abandone seus planos de domínio global e destruição dos EUA. Ao confrontar a China, Trump defende o seu país contra quem jurou destruí-lo. Tal constatação parece ser óbvia.

Ao dar tapinhas nas costas dos inimigos declarados dos EUA, Biden se mostra um completo irresponsável. Isso é se ele for sincero em acreditar que a China não é uma ameaça ao seu país. Sincero ou não, fato é que Joe Biden é um risco aos Estados Unidos da América. Os eleitores americanos devem levar isso em consideração quando forem às urnas em 2020.

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Os pontos de vista expressos neste artigo são as opiniões do autor e não refletem necessariamente a posição da RENOVA Mídia.

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