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COLUNA: Deep State vs Donald Trump

COLUNA: Deep State vs Donald Trump
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Acompanho a espionagem do governo Obama contra trump desde 2015, apesar do meu último texto sobre o assunto datar de 2018.

Ficou nítido para mim e para parte da opinião pública na América “deplorável” que as instituições de Justiça (DOJ e FBI) foram aparelhadas pelo governo Barack Obama com o objetivo de espionar a campanha de Donald Trump, o homem que representava uma ameaça para a ordem Globalista e que ameaçava as chances de Hillary Clinton comandar o país mais poderoso do planeta — o que seria um desastre de proporções inimagináveis, como todos sabem.

Porém, outras agências, em especial a CIA, tiveram participação essencial na espionagem da campanha e, hoje, na tentativa de golpe contra o Presidente Trump.

Foram agentes e colaboradores da agência que abordaram Carter Page e George Papadopoulos na Europa para “oferecer” informações comprometedoras de rivais de Trump a corrida pela presidência.

Ambos, assessores da campanha de Trump, foram acusados de conspirar com a Rússia, quando na verdade esses encontros e conversas foram conduzidos por colaboradores da CIA em solo europeu.

É por isso que nomes como Stefan Halper, Joseph Mifsud e Alexander Downer são tão importantes para entender os planos do Deep State.

A atuação da CIA se deu necessária em um processo que se assemelha a uma “lavagem de informações” de inteligência. O FBI de Obama precisava de vigilância sobre Trump e para aprovar a quebra do sigilo dessas pessoas (FISA), utilizou o dossiê produzido por Christopher Steele e as ciladas armadas contra os assessores da campanha de Trump para obter aprovação da justiça americana e poder iniciar investigações de vigilância e espionagem sobre seus opositores políticos.

Após 3 procuradores-gerais (um deles interino), quem mais chegou perto de revelar a sujeira por trás das ações dos Democratas e da inteligência americana foi Bill Barr, que está sendo atacado por toda a mídia esquerdista americana por ir na origem do golpe: a ação da CIA em solo estrangeiro para espiar americanos inocentes.

É por isso que a conversa de Trump com o presidente ucraniano Volodymyr Zelinskiy foi tão perturbadora para eles. Foi um sinal de alerta, e esse sinal fez com que o Pântano entrasse em pânico, armando um circo para um impeachment sem nenhuma prova ou justificativa, tendo o próprio Adam Schiff — deputado democrata, presidente do comitê de inteligência da Câmara — inventando uma conversa fictícia de Trump com o presidente ucraniano.

Os ratos estão correndo por que Trump citou a empresa CrowdStrike, responsável por auditar os servidores democratas, alegando que haviam sido invadidos pelos russos, algo que o FBI nunca pode provar.

Se a narrativa russa morrer, a investigação patética e partidária de Robert Mueller será exposta e os crimes cometidos pelo establishment americano contra um presidente eleito serão revelados.

O impeachment, assim como a investigação de Mueller, é uma cortina de fumaça para o verdadeiro crime que pôs em risco a República. Aparentemente, Trump e Barr estão bem perto de revelar isso ao mundo.

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