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COLUNA: Greenwald é o símbolo da verdadeira esquerda

COLUNA: Greenwald é o símbolo da verdadeira esquerda

Resumão da Vaza Jato #2: Greenwald é o símbolo da verdadeira esquerda: a mentirosa e marginal

Dando continuidade ao resumo do que vi da Vaza Jato, a figura de Glenn Greenwald chama a atenção nessa história – pelos piores motivos possíveis. O jornalista do The Intercept foi protagonista nos vazamentos das mensagens atribuídas ao ministro Sérgio Moro e fez inúmeras acusações e ameaças, garantindo que viria mais por aí.

Até agora nada colocou Moro em situação delicada, e o fiasco da esquerda em enquadrar Moro é notório já pelo aumento de sua popularidade. Muita fumaça para fogo nenhum. Mas Greenwald continua a arrogar uma credibilidade que ninguém lhe deu.

O fato de usar informação ilegal e não revelar de quem veio é a prova número um de que Greenwald não tem boas intenções. Ele deveria saber mais do que ninguém sobre a ilegalidade das supostas mensagens vazadas – uma vez que até agora não se tem a certeza da veracidade do material publicado.

A partir das mensagens, Greenwald tirou uma série de conclusões típicas de um vigarista. Disse, por exemplo, que conluio entre Moro e procuradores prejudicou o ex-presidente e então pré-candidato Lula na eleição presidencial em 2018. Ele se refere a condenação de Lula feita por Moro, mas esquece que a decisão foi confirmada por instâncias superiores.

O desprezo pela Constituição brasileira, pela verdade e pelo povo brasileiro não poderia ser maior. É simbólico que Gilmar Mendes tenha proibido qualquer investigação contra o dito cujo. O mais criticado dos ministros do Supremo Tribunal Federal fez bem. Associou seu nome a alguém que é sua imagem e semelhança.

E claro, a esquerda brasileira saiu em defesa intransigente a Greenwald. Não causa a menor surpresa. Ela sempre quis fritar Moro de qualquer forma, por este simplesmente ter cumprido seu papel de juiz e condenado um criminoso por ela idolatrado.

Por tudo isso, Greenwald é o símbolo da única esquerda possível: a mentirosa e marginal, que não conhece padrões morais para implementar sua agenda e fritar seus inimigos.