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COLUNA: Nada comprometedor contra Moro

COLUNA: Nada comprometedor contra Moro

Resumão da Vaza Jato #1: Nada comprometedor contra Moro

Pois muito bem, parece que tive tempo suficiente para analisar a tal ”Vaza Jato”, essa tentativa irresponsável de destruir a reputação de um ministro feita por criminosos. Tanto barulho foi feito por absolutamente nada que manche o ex-juiz Sergio Moro.

Vamos considerar que o The Intercept não adulterou as mensagens e que todas as que foram divulgadas são fidedignas aos diálogos de Moro com os procuradores. Partindo dessa premissa, não temos prova ou evidência palpável que coloque Moro no submundo jurídico, no desrespeito à constituição. Nenhuma suposta relação promíscua foi revelada, existindo apenas na cabeça dos defensores de corruptos.

O procurador Edilson Mougenot foi taxativo ao comentar o caso:

“O que se sabe até agora, ou o que pelo menos é o que me faz acreditar, é que o conteúdo dessas mensagens possivelmente tenha sido obtido ilicitamente pelos hackers. Se houve ou não houve edição, uma perícia poderia dizer. Até agora, do que foi noticiado eu não consegui ver nada de comprometedor na conduta do ministro Sergio Moro.”

É bom lembrar que as decisões de Moro em primeira instância foram confirmadas por instâncias superiores. O ex-juiz foi responsável por colocar na cadeia gente importante da República das bananas – por isso mesmo o ódio angariado.

A tentativa de manchar o nome do ministro Moro tem a clara intenção de colocar em xeque suas condenações na Lava Jato, principalmente a que colocou o ex-presidente Lula da Silva na cadeia. Além disso, vender a narrativa para a militância de que Lula é preso político.

Mas não colou. Tanto é que segundo pesquisa do Atlas Político, a popularidade de Sérgio Moro subiu e está em 51,4%, sendo ele a figura mais popular do Brasil.

Se quiserem colocar o nome do ministro na lama, Glenn Greenwald, Reinaldo Azevedo, Folha de S. Paulo e cia vão precisar de bem mais. O povo brasileiro está com Moro.

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Os pontos de vista expressos neste artigo são as opiniões do autor e não refletem necessariamente a posição da RENOVA Mídia.