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COLUNA: Novas mentiras contra Brett Kavanaugh

Carlos Júnior

Carlos Júnior

COLUNA: Novas mentiras contra Brett Kavanaugh
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Aos que acompanham a política norte-americana de forma assídua como eu, o escarcéu feito pelos democratas e por toda a esquerda americana após a indicação do juiz Brett Kavanaugh pelo presidente Donald Trump à Suprema Corte dos EUA foi absolutamente ridículo e vergonhoso.

Mesmo com a clara fragilidade das acusações de má conduta sexual de Kavanaugh, os senadores democratas tentaram de todas as formas barrarem sua nomeação para o Supremo.

Felizmente, uma banda suficiente do Senado americano não se acovardou e cumpriu seu papel. Brett Kavanaugh foi aprovado por 50 votos favoráveis ante a 48 votos contrários. Porém, alguns senadores republicanos hesitaram em confirmar sua nomeação. A questão acentuou o racha no Senado e, ainda assim, mostrou a força do presidente Trump – tanto que um dos seus maiores críticos internos, o senador republicano Lindsey Graham, fez as pazes com o presidente e defendeu Brett de forma incisiva. 

Mas a esquerda americana não engoliu a derrota. Com Kavanaugh na Suprema Corte, os conservadores conquistaram a maioria na Corte, tornando mais fácil a tomada de decisões sobre aborto, drogas e união homossexual com um alinhamento conservador. Sabendo disso, os democratas deram voz a acusações sórdidas e mentirosas. E agora voltaram a fazer isso novamente. 

O The New York Times publicou um artigo com novas acusações de má conduta sexual contra o juiz Brett. A FOX News contou todo o vai e vem da história de forma mais precisa. O certo é que políticos democratas aproveitaram tal artigo para pedirem o impeachment de Brett Kavanaugh como juiz da Suprema Corte. 

Com a oportunidade perfeita, três pré-candidatos à presidência americana pelo Partido Democrata já pediram o impeachment do juiz Brett. Kamala Haris, Elizabeth Warren e Julian Castro foram ao Twitter para fazer isso. Dentre os três, a senadora por Massachusetts foi a mais incisiva: “Essas novas revelações são perturbadoras. Assim como o homem que o nomeou, Kavanaugh deve sofrer impeachment.” 

As acusações são ridículas. Tanto é que já na época da nomeação de Kavanaugh, uma das mulheres que o acusaram de má conduta sexual admitiu ter mentido em depoimento para prejudicá-lo. Tal fato passou batido para os falsos jornalistas e comentaristas políticos do establishment progressista, de forma óbvia e patente. Os patetas da CNN não mencionaram tal fato e induziram o povo americano a acreditar numa lorota bastante amadora e já batida. 

Parece interessante a duplicidade moral da esquerda americana em relação ao caso. Quando Bill Clinton quase sofreu impeachment por algo semelhante, ela o defendeu de forma efusiva. Mas agora que um juiz conservador faz com que os republicanos tenham na Suprema Corte uma maioria idelogicamente semelhante aos seus pares, ela dá crédito a acusações imbecis. 

Quem não sabe a forma completamente absurda de como o aborto foi legalizado nos EUA? A estupidez de Roe vs Wad é uma sombra que permanece na política americana não apenas pelos milhões de bebês assassinados no útero, mas também pela forma completamente inconstitucional da decisão que jogou no lixo o federalismo americano. Brett Kavanaugh, assim como seu colega de toga Clarence Thomas, é um católico fortemente conservador. Sua presença na Suprema Corte provoca tremedeira nos progressistas. 

O chilique esquerdista em relação ao tema parece não ter contaminado Joe Biden, o favorito para conquistar a nomeação democrata e concorrer contra Trump. É bom lembrar que Biden votou favorável à nomeação de Clarence Thomas à Suprema Corte em 1992, feita por George W. H. Bush. Na ocasião, Thomas enfrentou algo semelhante a Brett, e mesmo assim foi aprovado pelo Senado. 

O interesse eleitoreiro é claro, mas a intenção de aniquilar uma permanente e destrutiva maioria conservadora na Suprema Corte está a mover os democratas para uma loucura sem fim. A verdade como conceito sempre foi relativa para a esquerda, e agora que seus interesses estão em xeque, podendo ser atrapalhados mais uma vez, ela é totalmente dispensável em mais essa ocasião. 

Se ainda há verdade e coragem frente a mentira e covardia na política americana, os deputados e senadores devem seguir o presidente Trump na defesa a Brett Kavanaugh. Os republicanos não podem hesitar em defender um homem claramente inocente e vítima de calúnias e difamações. Sua nomeação já foi confirmada antes; não há motivos para mais perda de tempo. 

Referências: 

1.https://www.poder360.com.br/internacional/senado-dos-eua-confirma-brett-kavanaugh-como-novo-ministro-da-suprema-corte/ 

2.https://www.foxnews.com/politics/trump-says-kavanaugh-being-assaulted-judicial-record-under-attack 

3.https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/09/16/trump-rejeita-nova-acusacao-de-abuso-sexual-contra-brett-kavanaugh.ghtml 

4.https://www.gazetadopovo.com.br/justica/mulher-admite-que-mentiu-em-acusacao-de-estupro-contra-juiz-da-suprema-corte-americana-c8j9vzhvijhn8wufh2q13qvar/ 

5.https://renovamidia.com.br/coluna-a-cruzada-conservadora-contra-o-aborto-nos-eua/ 

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