COLUNA: Omar desrespeitou os EUA, Trump cumpriu o papel de presidente

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Alguns fatos e acontecimentos são altamente oportunos para abrir os olhos daqueles que não querem enxergar de forma alguma. Obviedades temíveis e até então negáveis servem para dar razão a quem já alertava a coisa, mas não era ouvido – muito menos levado a sério.

Venho falando há muito tempo o que aconteceu com o Partido Democrata, como esse fez mudar metade da sociedade americana e está a levar os Estados Unidos da América ao caminho da servidão descrito por Hayek. Uma vez na cabeça o estereótipo burro do país capitalista, ultraconservador e imperialista, é difícil para o brasileiro médio aceitar como correta a narrativa descrita por nesta minha coluna no Renova Mídia.

O acontecimento da vez que dá razão à minha narrativa é a fala infeliz e desrespeitosa da congressista Ilhan Omar, representante do estado do Minnesota. Ela é de origem muçulmana, e em um evento do CAIR (Conselho pelas relações islâmico-americanas) soltou a seguinte: ‘’Durante demasiado tempo vivemos com o desconforto de sermos cidadãos de segunda e, sinceramente, estou farta disto e cada muçulmano neste país devia estar também’’. E concluiu: ‘’ A CAIR foi fundada depois do 11 de setembro porque eles reconheceram que algumas pessoas fizeram uma coisa e que todos nós começámos a perder acesso às nossas liberdades civis’’.

O pior de tudo é que Omar não estava brincando. Ela realmente acredita que os atentados terroristas foram apenas ‘’uma coisa’’. E os três mil americanos mortos no ataque? E os dois prédios destruídos? Isso não parece importar nenhum pouco à Sr. Omar.

Não falamos de uma muçulmana em uma social democracia progressista europeia. Lá é tolerável e vista como normal qualquer declaração nesse sentido – qualquer dúvida é só ver os vídeos de Paul Joseph Watson sobre os ataques terroristas na Europa. Foi nos Estados Unidos da América, e a incompatibilidade da fala com o país é óbvia.

Os EUA é um país que tem uma história marcada pela luta na defesa da liberdade. Prosperou por acreditar em seus cidadãos e não no governo. Os valores cristãos formaram o sentimento comunitário pujante no país, e pode ser constatado com fatos muitos simples: o povo americano é o que mais doa para instituições de caridades, mais adota crianças e gasta mais tempo em serviços comunitários. Estamos falando de um país fenomenal, merecedor de sua prosperidade.

Buscando defender tais valores, o presidente Donald Trump publicou um vídeo em seu twitter contendo a fala de Omar com as imagens dos atentados terroristas do 11 de setembro, aquela ‘’coisa que algumas pessoas fizeram’’. Trump só mostrou o que a congressista democrata disse, apenas colocou um espelho em sua frente, refletindo a imagem de um antiamericanismo podre. A grande mídia americana não gostou da atitude do presidente, lançou mão da velha palavrinha mágica usada contra quem diga o óbvio sobre gente como Omar: ‘’islamofobia’’.

A grande mídia americana é parte do conluio antiamericano que visa a destruição dos EUA. Ela não viu nada de errado nas palavras de Omar, muito pelo contrário. Ela também compartilha da ideia tipicamente europeia pós-moderna de aceitar tudo e todos, porque eles supostamente fizeram coisas ruins no passado. Procurem pelo texto de Serj Tankian, vocalista da banda System of a Down. Ele simplesmente colocou a culpa dos atentados de 11 de setembro nos americanos, no Partido Republicano e na guerra do Afeganistão.

E o errado é o presidente Trump por defender a honra de seu país? A duplicidade moral dos jornalistas é interessante. Omar demonstra não ter o mínimo respeito pelas vítimas e suas famílias mortas pelo atentado terrorista. A ascensão de políticos nos EUA com este perfil antiamericano, odiento e pérfido deveria estar preocupando aos próprios americanos. Mas eles estão muito ocupados, uma vez que seus possíveis malfeitos ganham um destaque enorme, fazendo com muitos deles passem a odiar seu próprio país.

A jihad não é coisa de cristão reacionário maluco, tolinhos. O Islã é um todo, não existe muçulmano moderado – Bem Shapiro já explicou isso. Parece lógica a conclusão de que, uma vez morando e representando um povo em um país cristão e ocidental, pessoas de origem muçulmana deveriam ter mais cautela com as palavras que usam. Mas décadas de secularismo, relativismo cultural e antiamericanismo provocaram aberrações verborrágicas, como a da Sr. Omar.

A atitude correta do presidente Trump é um recado claro a Ilham Omar: tenha mais respeito com o povo dos Estados Unidos da América. Pessoas deram a vida para a liberdade ser garantida, mesmo que usada de forma estúpida. Quem se lembrará disso? As tais obviedades temíveis ainda não parecem tão óbvias assim.

Referências: [1][2][3][4]

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