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Colunista da Folha é ‘cancelada’ após criticar filme de Beyoncé

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Colunista da Folha é ‘cancelada’ após criticar filme de Beyoncé
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“Me desculpo, porém, diante daqueles que ofendi. Não foi minha intenção”, disse colunista após críticas. 

A historiadora Lilia Schwarcz, que é professora da USP e da Universidade Princeton, nos Estados Unidos, é o novo alvo da cultura do cancelamento após criticar o novo projeto da cantora norte-americana Beyoncé.

“Filme de Beyoncé erra ao glamorizar negritude com estampa de oncinha”, diz o título da coluna de Schwarcz publicada, neste domingo (2), no jornal Folha.

Não demorou muito para a professora ser alvejada pela patrulha do politicamente correto. 

Na noite de ontem, em mensagem no Twitter, ela pediu desculpas por quem ficou ofendido com o seu texto:

“Respeito muito o trabalho de Beyoncé. Peço que leiam o texto todo que é muito mais elogioso que crítico. Todo texto pode ter muitas leituras. Me desculpo, porém,  diante daqueles que ofendi. Não foi minha intenção. Respeito muito o diálogo e aprendo com ele. Grata.”

O apelo da historiadora não foi suficiente. 

“Você desrespeitou todas as mulheres negras no seu lugar de branca mandando uma mulher negra sair da sala de jantar”, rebateu uma ativista com perfil verificado pelo Twitter.

“Fiquei curioso de saber com quantos pessoas pretas, você conversou/dialogou antes de publicar o artigo”, disse outro perfil. 

“Amiga, o lance é: que autoridade você pensa que tem pra dizer que que Beyoncé ERROU? Isso é coisa que só a branquitude te dá”, escreveu outra conta.

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