“Como eu me converti ao Islã” é tema de redação para crianças em escola britânica

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Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Um padrasto furioso se recusou a deixar sua enteada de 12 anos terminar tarefa de casa depois de perceber que a professora tinha pedido para garota escrever uma carta à sua família sobre como se tornou um muçulmana.


Mark McLachlan, de 43 anos, morador de cidade nos arredores de Sunderland, criticou duramente a decisão da Escola Kepier de pedir aos alunos para escrever uma redação com esse tema.

O senhor McLachlan visitou a escola para deixar claro suas preocupações e foi informado pelo corpo diretor de que a redação fazia parte do currículo e que outras religiões como o Cristianismo e o Hinduísmo também seriam abordadas.

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Escreva uma carta para família sobre a conversão para o Islã

As palavras do padrasto deixaram claro a indignação com a forma escolhida pela escola para abordar o estudo sobre o Islamismo:

Eu simplesmente não vejo por que eles pediram a uma criança para escrever uma carta endereçada à família sobre a conversão para outra religião. Eu realmente simplesmente não entendo qual o benefício disso. Se eles querem que as crianças aprendam sobre o Islã, então ensinem sobre a história da religião.

Mark McLachlan continuou:

O que eu não quero é uma escola perguntando a minha enteada para procurar razões para se converter para outra religião. Como todos os pais, cabe a nós decidirmos como criamos nosso filhos e, uma vez que eles tenham idade suficiente para tomar uma decisão, então a escolha passa a ser deles.

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Escola Kepier em Sunderland

 

Com informações de: (1)

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