Condenado pede soltura com base em decisão sobre Dirceu

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De acordo com advogados, situação de ex-executivo da empreiteira Engevix é a mesma do ex-ministro, que foi solto por decisão do STF na semana passada.

A defesa do ex-executivo da empreiteira Engevix, Gerson Almada, recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a execução provisória da pena de 34 anos e 20 dias de prisão, em regime fechado, em um dos processos da Operação Lava Jato.

O caso será decidido pela presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, que está no plantão da Corte durante o recesso de julho.

Almada está preso por determinação do juiz federal Sérgio Moro, que, em março, determinou o imediato cumprimento da pena, autorizado pelo Supremo em 2016, após o fim dos recursos contra a condenação em segunda instância.

 

Com informações da EXAME

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