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Conteúdo da RenovaMídia sobre o Exército irrita a Agência Pública

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“RenovaMídia cresceu mais de 1.389% no período analisado”, diz a Agência Pública.

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Em dezembro de 2018, a Agência Pública afirmou que não queria mais trabalhar com o “fact-checking”, passando a focar na oposição ao novo governo do presidente Jair Bolsonaro

Um posicionamento um tanto quanto militante para uma agência que tem entre seus financiadores organizações internacionais como a Fundação Ford, Fundação Betty e Jacob Lafer, Oak Foundation e a Open Society Foundations, do bilionário George Soros.

Desde então, enquanto alega estar fazendo “jornalismo investigativo”, a agência vem incluindo e rotulando a RenovaMídia de várias formas em seus textos, sem nunca ter entrado em contato com a nossa empresa.

Em sua mais recente “reportagem”, a agência resolveu demonstrar insatisfação com as matérias publicadas pela RenovaMídia que estão sendo repercutidas pelo portal do Exército Brasileiro.  

Como muitos de vocês sabem, o “Amor à Pátria” é um dos valores da RenovaMídia como empresa. Nós temos, inclusive, uma sessão especial no site apenas para conteúdo com esta temática. 

Assim como faz com dezenas de outros veículos do jornalismo brasileiro, o portal do Exército costuma publicar uma seleção com as notícias recentes mais relevantes sobre o meio militar. 

Dessa forma, não há nada de anormal na divulgação do conteúdo da RenovaMídia nesta lista, correto? 

Não para os membros da Agência Pública.

Em artigo intitulado “Página do Exército e sites governamentais ajudam desempenho de portais bolsonaristas no Google”, a agência acusa levianamente a RenovaMídia de ser um “influenciador bolsonarista”.

A agência financiada por entidades internacionais sorrateiramente omite que nossa empresa, fundada no Nordeste do Brasil, vem sendo atacada publicamente por alguns dos mais ativos formadores de opinião deste grupo. 

Ao longo do texto, os autores Ethel Rudnitzki e Laura Scofield tentam construir uma narrativa de que portais do governo estão sendo utilizados para impulsionar o desempenho da RenovaMídia no Google. 

“Renova Mídia cresceu mais de 1.389% no período analisado: saiu de 114 domínios de referência em 2018 para 1.584 em outubro de 2020”, afirma o texto. 

O que a Agência Pública também fez questão de não informar é que o conteúdo da RenovaMídia vem sendo sistematicamente escondido pelo Google ao longo dos últimos meses. 

Não acreditam? É só fazer um teste simples. Vamos utilizar como exemplo uma matéria da nossa sessão especial sobre a Pátria. 

Recentemente, uma de nossas reportagens intitulada “Forças Armadas do Brasil são a 10ª mais poderosa do planeta” repercutiu intensamente nas redes sociais. 

Como de costume, outros sites copiaram o conteúdo. Alguns citaram a fonte, como foi o caso do Defesa TV. Outros não: Vera Cruz, Terra Brasil Notícias e Portal da Prefeitura

A pesquisa abaixo foi feita no Google com os termos “Forças Armadas Poderosa” — com a opção de exibição de resultados apenas da última semana. 

Google esconde domínio da RenovaMídia dos seus resultados de buscas

Como vocês podem ver, o site da RenovaMídia, autor original da reportagem, foi excluído do resultado das pesquisas, mas os sites que copiaram o conteúdo estão listados. 

Agora vamos voltar para o vergonhoso texto da Agência Pública: 

“Receber backlinks de sites governamentais, educacionais e de imprensa – entre outras estratégias de marketing digital adotadas – elevou a nota de autoridade desses portais bolsonaristas.” 

Reparem como a premissa da agência ao apontar as menções de portais do governo como benéficas para o desempenho da RenovaMídia no Google é totalmente falaciosa. 

Com o nosso portal claramente sendo censurado pelo Google, como poderíamos estar nos beneficiando com estes “backlinks” de sites governamentais?

Este é o cenário do Brasil em 2020. Mais um jornal sendo perseguido por uma agência financiada por entidades internacionais apenas por não se curvar ao corporativismo dos grandes conglomerados da imprensa. 

Ainda estamos caminhando para o quarto ano de vida da RenovaMídia. Nossa missão é muito maior que estes pequenos ruídos. Não vamos parar.

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