Coronel que atacou Rosa Weber é investigado desde julho

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Coronel que atacou Rosa Weber é investigado desde julho
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

O repórter Daniel Adjuto, do SBT, informa que o coronel da reserva Carlos Alves é investigado desde julho a pedido do chefe de gabinete de Eduardo Villas Boas, o comandante do Exército.

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou por unanimidade na terça-feira (23) o requerimento para que a PGR investigue vídeo publicado na internet com ofensas a Rosa Weber e a outros ministros, conforme noticiou a Renova Mídia.

No vídeo, uma pessoa que se identifica como coronel Carlos Alves afirma que, se o TSE –presidido hoje por Rosa Weber– aceitar ação contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), irá sofrer as consequências.

Em nove postagens, o coronel da reserva ameaçou cercar o STF e prender ministros e chamou o general Eduardo Villas Boas –que se locomove em cadeira de rodas devido a uma doença degenerativa– de doente e debilitado.

Segundo o repórter Daniel Adjuto, do SBT, o coronel já vinha sendo investigado desde julho:

Em meio às ameaças, a ministra Rosa Weber está com a segurança pessoal reforçada por agentes da Polícia Federal.

Desde quarta-feira passada, ela conta com escolta policiais à paisana. O reforço foi um pedido da própria presidente do TSE.

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