Costa Rica sente os efeitos do fluxo de refugiados da Nicarágua

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Há suspeitas de que apoiadores do ditador Daniel Ortega, da Nicarágua, tenham ajudado a organizar protestos anti-imigrantes na Costa Rica.

Em uma praça no centro da cidade de San Jose, na Costa Rica, outrora a mais pacífica nação da América Central, poucos poderiam ter previsto os atos de uma multidão enfurecida.

Centenas de homens vestindo camisas vermelhas entraram no parque La Merced carregando facas, tacos de beisebol e garrafas de vidro recheadas com trapos ensopados de gasolina.

Aparentemente motivados por falsas e inflamatórias mensagens online, eles vieram confrontar os nicaraguenses que haviam fugido de seu país e transformaram o parque em um acampamento base – um lugar onde recebem refeições gratuitas e café de igrejas locais e instituições de caridade.

“Saiam Nicas!” a multidão cantava, conforme mostram vídeos postados na internet mais tarde. Brigas irromperam. Mais de 40 pessoas foram presas, segundo autoridades do governo.

O confronto que se desenrolou naquela tarde de sábado no mês passado abalou um país conhecido como um relativo oásis de paz em uma região tumultuada onde a migração em massa e a guerra entre gangues são comuns.

A chegada de milhares de refugiados da Nicarágua nos últimos meses – fugindo da violenta repressão do ditador Daniel Ortega contra os manifestantes – inflamou a população da Costa Rica e provocou a primeira grande crise do presidente Carlos Alvarado, que acabara de completar 100 dias no cargo.

 

Adaptado da fonte Gazeta do Povo
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