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Cotas para transexuais, transgêneros, travestis e ciganos na UFPE

Cotas para transexuais, transgêneros, travestis e ciganos na UFPE
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Universidade federal terá cotas para transexuais, travestis e ciganos na pós-graduação.

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) reservará 30% do total de vagas na pós-graduação — mestrado e doutorado — para negros, quilombolas, ciganos, indígenas, transexuais, transgêneros, travestis e pessoas com deficiência. 

A resolução que institui a medida foi aprovada nesta semana pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe), segundo o jornal Gazeta do Povo.

O novo critério, no entanto, só deve entrar em vigor a partir do mês de junho. 

A instituição de ensino federal em Pernambuco estabeleceu diversos critérios para a concessão dos benefícios. 

  • Deficientes físicos precisarão apresentar laudo de um “médico especialista na área da deficiência”.
  • Quilombolas, indígenas e ciganos necessitarão de uma “declaração de pertencimento assinada por liderança local”. 
  • Os candidatos negros ou pardos, além de uma autodeclaração, eles passarão obrigatoriamente por uma “comissão de heteroidentificação”.
  • Já os candidatos transexuais, transgêneros, travestis, o documento só prevê a “apresentação da autodeclaração”.
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