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CPMI das Fake News busca penas mais duras a ameaças nas redes

CPMI das Fake News busca penas mais duras a ameaças nas redes
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Em meio às críticas de parlamentares e de internautas, a articulação da CPI das Fake News prossegue.

Escolhido para presidir a CPMI das Fake News, o deputado Alexandre Leite (PSDB-SP) vai se espelhar na lei de terrorismo para coibir ameaças nas redes sociais.

A ideia é aproximar a pena de quem ameaça cometer um crime, hoje de seis meses a um ano, à de quem de fato o comete.

O parlamentar considera a situação ainda mais grave quando as ameaças são anônimas. Leite afirma que, desde que propôs a criação da comissão, já registrou quatro boletins de ocorrência por isso, informa o jornal Estadão.

O entorno do presidente da República, Jair Bolsonaro, se preocupa com a possibilidade de a CPMI ser usada como instrumento político. O senador Flávio Bolsonaro já declarou que a comissão será utilizada como “palanque político“.

“É uma CPI fake. Estão mirando no alvo para fazer palanque político. Não tem o menor sentido, menor objeto. Preocupação nenhuma da nossa parte. Vão encontrar milhões de robôs voluntários que foram votar na gente e trabalharam de graça porque acreditaram”, disse Flávio.

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