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Cresce o número de jornalistas presos pela ditadura da Venezuela

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Rússia está pronta para negociações sobre crise na Venezuela
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27 estações de rádio, 4 canais de televisão, 2 jornais impressos e 2 portais de notícias fecharam as portas em 2019 na Venezuela.

No ano passado, 79 profissionais de imprensa foram presos ou detidos pelas forças de segurança da ditadura de Nicolás Maduro enquanto trabalhavam na Venezuela

O número é 36% superior ao registrado em 2018, de acordo com um levantamento da ONG Espacio Público.

O caso do repórter cinematográfico Jesús Medina é emblemático.

Medina foi preso pelas forças de segurança do regime chavista e ficou mais de um ano em um presídio famoso por abrigar presos políticos.

Após ser solto, para tentar escapar da vigilância da ditadura, o jornalista passou a viver em diferentes endereços da capital Caracas.

“Me prenderam por conta de uma reportagem em que eu denunciei as condições de abuso em um presídio do país. Na prisão a situação era horrível. Eu queria me suicidar. Por quê? Porque eu não aguentava mais a pressão. Eu achava que não iria sair de lá”, conta Medina, segundo a emissora CNN Brasil.

Para se ter uma ideia mais ampla da situação complicada do jornalismo no país, apenas no ano passado, 27 estações de rádio, 4 canais de televisão, 2 jornais impressos e 2 portais de notícias foram fechados: um total de 35 veículos de comunicação.

As empresas tiveram que encerrar suas atividades, seja porque não tiveram as concessões renovadas ou porque se afundaram numa crise financeira.

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