Cristãos dizem que a China não é mais segura para eles

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Enquanto a China eleva sua repressão à religião, os cristãos estão fugindo do país comunista para salvar suas vidas.

O Partido Comunista da China (PCC) está levando a cabo uma repressão generalizada em todas as instituições religiosas nos últimos anos, incluindo a remoção de igrejas e mesquitas, barrando crianças tibetanas de estudos religiosos budistas e encarcerando mais de um milhão de membros de minorias étnicas islâmicas nos chamados “campos de reeducação”.

O presidente Xi Jinping, que também é líder do PCC, ordenou que todas as religiões devem ser leais ao partido, que é oficialmente ateu, ou enfrentar a ira do regime comunista.

A perseguição aos cristãos na China não é novidade. Um relatório do grupo de vigilância Freedom House descobriu que os cristãos e outros grupos religiosos chineses têm sido perseguidos desde 2012.

Um terço de todos os religiosos da China que pertencem a um grupo religioso também enfrenta altos níveis de perseguição, que variam de assédio burocrático, exploração econômica, duras penas de prisão e até mesmo violência.

Especialistas e ativistas dizem que o regime chinês está promovendo a mais severa supressão do cristianismo no país desde que as liberdades religiosas foram concedidas pela Constituição chinesa em 1982, informa a emissora norte-americana Fox News.

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