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80 cristãos da Nigéria mortos por radicais islâmicos este mês

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Mais de 80 cristãos nigerianos foram mortos por radicais islâmicos apenas neste primeiro mês de 2018.

Os ataques fazem parte da nova investida dos membros da etnia Fulani contra a minoria cristã da Nigéria.

Os Fulani são, em sua maioria, criadores de gado membros da religião islâmica. Enquanto o governo nigeriano vem fazendo vistas grossas para os crimes cometidos por esta etnia, fatores socioeconômicos e religiosos estão contribuindo ainda mais para inflamar a perseguição contra cristãos no país.

De acordo com informações do Gospel Prime:

Os sobreviventes descrevem que as mortes foram brutais, classificando a violência como “desumana” e contando que a maioria dos agressores usavam facões, cortando as pessoas “como animais”.

A ONG International Christian Concern, que apoia cristãos perseguidos, divulgou um relatório mostrando que foram pelo menos 50 mortes em Logo e outras 30 na cidade de Guma.

Vershima, um cristão que sobreviveu a um dos ataques, explica que os islâmicos armaram uma emboscada, cercando os moradores da aldeia e atirando a sangue frio. Outro sobrevivente, chamado Peter, está no hospital tratando seus graves ferimentos. Ele testemunha: “Eu os vi se aproximando e tentei lutar contra um que tinha um grande facão nas mãos. Eu caí e eles começaram a me cortar”.

O pastor Musa Asake, Secretário Geral da Associação Cristã da Nigéria, veio à público falar sobre sua “grave preocupação” com a aumento dos ataques contra os fiéis do país, principalmente nas mãos de grupos terroristas, como o Boko Haram.

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