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Cuba prende mulheres pedindo libertação de presos políticos

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

A prisão das mulheres é uma clara demonstração de que a repressão contra opositores não terá trégua em Cuba durante o período em que o novo ditador Míguel Díaz-Canel estiver no comando.


Nove integrantes do grupo Damas de Branco foram detidas no primeiro domingo após a posse do sucessor de Raúl Castro em Havana, entre elas a líder do movimento, Berta Soler.

Dias atrás, durante a celebração do Domingo de Ramos, dezenas de mulheres do grupo já haviam sido detidas por forças do regime cubano.

De acordo com informações da Gazeta do Povo:

Berta foi detida, junto com outras damas de branco, na sede do movimento, quando elas protestavam pela libertação dos presos políticos. “Até o momento, foram nove damas de branco”, disse Moya, na tarde deste domingo (22).

Como de costume, o grupo, formado por mulheres e parentes de presos políticos, saiu às ruas neste domingo, mas em grupos separados e bem menores do que em anos anteriores. Segundo Moya, as integrantes foram detidas em diferentes lugares.

“Até o momento, estão desaparecidas, porque não sabemos onde se encontram e os repressores também não dizem”, afirmou. Até a conclusão desta reportagem, não havia informação se elas tinham sido liberadas.

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