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Cúpula da PGR avalia que Greenwald pode ser denunciado

MPF diz que Greenwald não entende o sistema judicial do Brasil
Imagem: Lucas Landau/Reuters

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MPF denunciou Greenwald e outras seis pessoas por envolvimento em ataque hacker contra autoridades brasileiras.

Não há empecilhos legais para o militante norte-americano, Glenn Greenwald, cofundador do site The Intercept Brasil, ter sido denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) mesmo sem ser formalmente investigado na Operação Spoofing.

A opinião é de integrantes da cúpula da Procuradoria-Geral da República (PGR) ouvidos por Fausto Macedo, no jornal Estadão, nesta terça-feira (21).

De acordo com um integrante da cúpula da PGR, que pediu para não ser identificado, uma denúncia pode, em tese, incluir uma pessoa que não era originalmente alvo da investigação.

Outro membro da cúpula do órgão controlado pelo procurador-geral Augusto Aras observa que a legislação permite denunciar alguém que nem é formalmente investigado, “desde que se tenham em mãos” elementos suficientes para embasar a acusação.

Como noticiou a RENOVA, o MPF apresentou denúncia contra sete pessoas, incluindo Greenwald, foram denunciados pela invasão do Telegram de centenas de autoridades públicas do Brasil, dentro do caso investigado pela Polícia Federal (PF).

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