Dallagnol diz que Lava Jato não existiria se Gilmar fosse relator

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Responsável pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol critica a mensagem ‘de leniência com crimes de corrupção’.

No Supremo Tribunal Federal (STF), um ministro se destaca nas críticas a procuradores e juízes da Lava Jato, a maior operação de combate à corrupção da história do Brasil: Gilmar Mendes.

Indicado ao cargo pelo ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso, em 2002, Gilmar acusa a operação de usar as prisões preventivas para forçar delações e adotar uma interpretação particular da legislação.

Para o ministro, a operação criou o “direito de Curitiba”, que não estaria de acordo com preceitos constitucionais de presunção de inocência.

Em entrevista ao Nexo, o procurador Deltan Dallagnol declarou:

A grande verdade é que se nós tivéssemos como relator da Lava Jato o ministro Gilmar Mendes, a Lava Jato não existiria em Curitiba.

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