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Deepfake: empresas estão faturando com a tecnologia

Empresas de tecnologia não parecem estar preocupadas com os riscos presentes na tecnologia deepfake.

A tecnologia deepfake apareceu para o mundo como uma ferramenta maligna.

Segundo especialistas, as imagens das pessoas passariam a ser utilizadas por atores maliciosos para criar situações fictícias, prejudicando, além de líderes mundiais e figuras públicas, os cidadãos comuns.

Apesar da tecnologia ter feito suas vítimas mundo afora, as gigantes digitais estão começando a lucrar com o impulsionamento de propostas baseadas no deepfake. 

No mês passado, o Snapchat comprou a startup AI Factory, sediada em São Francisco, por US$ 166 milhões. A empresa captura modelos 3D dos rostos dos usuários e colocá-os em cerca de 150 cenas em um recurso chamado “Cameo”.

E, ao que tudo indica, outras gigantes tecnológicas também estão pensando em integrar o deepfake em suas plataformas. 

Uma reportagem recente apontou que o TikTok está criando um software do tipo deepfake como uma ferramenta para os usuários colocarem seus rostos em outros corpos.

Estas significativas indicam que a ameaça imediata do deepfakes está sendo minimizada. Não é mais uma questão de quem terá acesso a esta tecnologia ultra sofisticada, mas como as empresas vão moldar a forma como os usuários se relacionam com ela.

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