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Luciano Hang alega perseguição de procuradores de viés esquerdista

O Ministério Público do Trabalho ajuizou ação civil pública contra o empresário Luciano Hang com pedido de indenização de R$ 100 milhões por “danos morais coletivos”.

O dono da Havan está sendo acusado de coagir seus funcionários a votar no então candidato Jair Bolsonaro.

Para se defender, segundo O Antagonista, o empresário alega perseguição política e anexa um parecer elaborado pelo perito em crimes digitais Wanderson Castilho.

O documento mostra que cinco dos sete responsáveis pelo ajuizamento da ação possuem algum grau de militância virtual a favor da “agenda esquerdista”.

Uma das procuradoras é signatária de um “manifesto contra o golpe”, que circulou durante o impeachment de Dilma Rousseff.

A defesa de Luciano Hang concluiu:

Foram localizados indícios de atividade político-partidária em alguns dos perfis em redes sociais de procuradores do Ministério Público do Trabalho de Santa Catarina (MPT-SC) que acusam a REDE HAVAN de ter supostamente intimidado funcionários a votar no candidato à presidência de direita, Jair Bolsonaro.

Cinco dos sete responsáveis pelo ajuizamento da ação civil pública que busca condenar a REDE HAVAN figuram publicamente como apoiadores em menor ou maior grau de pontos capitais da agenda esquerdista, sendo por meio de curtidas, replicações, menções e/ou aparições, conforme exposto anteriormente.

Além desta constatação, o perfil de FACEBOOK oficial do próprio MPT-SC, localizado na URL https://www.facebook.com/mptsantacatarina/ faz aparições de caráter duvidoso, veiculando de forma incessante, em extravagante ritmo de jornalismo partidário, as manchetes relacionadas à ação em comento, qual fosse peça de exibição a alavancar mais audiência popular para a referida página.

Você pode conferir a íntegra do documento AQUI.

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