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Delação da OAS atinge 21 políticos de oito partidos

Delação da OAS atinge 21 políticos de oito partidos
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As declarações foram feitas em acordos de delação premiada fechados com a Operação Lava Jato.

Executivos da empreiteira OAS afirmaram à Justiça terem pago cerca de R$ 125 milhões em propinas ou doações via caixa dois a 21 políticos de oito partidos.

Os nomes incluem o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e outros políticos que ainda estão no Congresso, como o deputado Aécio Neves (PSDB-MG) e os senadores José Serra (PSDB-SP) e Jaques Wagner (PT-BA).

Outros delatados não conseguiram renovar mandato no Legislativo federal na última eleição. É o caso do ex-presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e dos senadores Edison Lobão (MDB-MA) e Lindbergh Farias (PT-RJ).

A delação dos executivos da OAS foi homologada pelo relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, em maio do ano passado, informa O Globo.

Caso denúncias sejam geradas pelas delações da empreiteira e, eventualmente, processos, os parlamentares que estão no cargo não deverão ter direito a foro privilegiado.

Desde maio de 2018, o entendimento do STF é de que o foro especial é restrito a crimes cometidos durante o mandato e relacionados ao exercício do cargo.

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