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Delação de empreiteiro da OAS parada há cinco meses na PGR

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Delação de empreiteiro da OAS parada há cinco meses na PGR

O documento foi assinado em dezembro de 2018 com a Procuradoria-Geral da República.

O acordo de delação premiada do ex-presidente da construtora OAS, Léo Pinheiro, ainda não foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ser homologado.

A homologação é necessária para que os relatos de supostos crimes possam robustecer inquéritos e processos em andamento e possibilitem a abertura de novas investigações.

O acordo está parado para análise no gabinete da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, há pelo menos cinco meses, contados a partir do fim das oitivas do empreiteiro.

Pinheiro prestou depoimentos à Polícia Federal (PF) em janeiro e início de fevereiro deste ano.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, “a percepção de demora no procedimento tem levado críticos de Dodge a aventar a possibilidade de que o timing tenha a ver com o processo de sucessão na PGR, pois Léo Pinheiro citou integrantes do Poder Judiciário em sua delação”.

Procurada, a PGR informou que não comenta acordos de delação protegidos por sigilo. A defesa de Léo Pinheiro também não quis se manifestar.

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