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Delator relata jantar da propina com políticos do PT

Delator relata jantar da propina com políticos do PT
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Em outubro de 2014, ficou ajustado que o ex-governador Pimentel (PT) seria apresentado a dirigentes de empresa investigada.

A delação do empresário Ricardo de Lima Assaf foi fundamental para autorização da segunda fase da Operação “E o Vento Levou”, da Polícia Federal (PF), que apura o destino de R$ 40 milhões supostamente desviados da Companhia Energética de Minas (Cemig).

Assaf relatou detalhes de um jantar em Belo Horizonte, em outubro de 2014, que teria reunido lideranças do PT de Minas Gerais, como o ex-governador Fernando Pimentel e o então deputado federal Gabriel Guimarães.

O tema na pauta da reunião foi uma propina de R$ 2 milhões, solicitada por um emissário de Guimarães, segundo o delator, registra o site Metrópoles.

No jantar, destaca a PF nos autos da Operação, ficou ajustado que Pimentel, então eleito, seria apresentado a dirigentes da empresa Renova Energia S/A.

Assaf contou que foi abordado por um dos convidados “sobre a possibilidade de se realizar um repasse clandestino”. Ficou acertada, então, entrega de R$ 2 milhões a Guimarães, afirma o delator.

A investigação da PF diz que os valores foram entregues a um emissário indicado pelo então parlamentar “em uma única vez”, informa o site R7.

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