Denúncia de Patrícia Lélis contra Eduardo Bolsonaro arquivada

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“É possível que a conversação registrada seja uma simulação”, afirmou o Instituto de Criminalística da Polícia Civil.

A Justiça do Distrito Federal arquivou a denúncia da ativista Patrícia Lélis contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

Lélis acusava o filho do presidente da República, Jair Bolsonaro, de injúria e ameaça, mas, agora, pode responder por denunciação caluniosa. Ainda cabe recurso da sentença, informa o site Metrópoles.

A decisão foi divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT).

Lélis alegava que, em julho de 2017, Eduardo postou no Facebook que ambos estavam namorando — fato negado por ela.

Segundo a ativista, com base em prints de supostas conversas no aplicativo Telegram, Eduardo teria dito ainda que “iria acabar com a vida dela e que ela iria se arrepender de ter nascido”, bem como teria proferido diversas palavras de baixo calão com o objetivo de “denegrir” a imagem dela.

Contudo, o Instituto de Criminalística da Polícia Civil do Distrito Federal registrou alteração nas provas apresentadas por Lélis e registrou que o padrão não era usual, atestando:

“É possível que a conversação registrada seja uma simulação.”

O TJDFT sequer conseguiu intimar a ativista. Lélis não foi encontrada no endereço indicado nos autos do processo. Depois, a justiça descobriu que ela mora atualmente em Washington, nos Estados Unidos, sem endereço certo.

Acerca do crime de ameaça, a Justiça reiterou a não localização da jornalista para realização dos atos processuais e registrou:

“Pelo que dos autos consta, resta inequívoco o desinteresse da suposta vítima na entrega do seu aparelho celular para a realização da perícia, impossibilitando, assim, e como já dito, a continuidade das investigações.”

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