Desastre em Brumadinho ameaça centenas de espécies

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Desastre em Brumadinho ameaça centenas de espécies
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

A barragem da mineradora Vale em Brumadinho matou tudo em seu caminho. Cachoeiras, nascentes, riachos, rio, floresta, todos mortos num golpe de uma onda de rejeito só.

Menor em quilômetros do que o desastre de Mariana, causado pela Samarco controlada pela mesma Vale, o rompimento da barragem em Brumadinho é gigante em gravidade: as florestas e rios afetados eram muito mais ricos e importantes para o equilíbrio ambiental, salientam especialistas.

O rompimento da barragem de rejeito de minério de ferro da Vale em Córrego do Feijão despejou cerca de 12 milhões de metros cúbicos de lama numa das áreas de maior importância ambiental de Minas Gerais, com danos para a segurança hídrica e a biodiversidade.

Análise preliminar do Ibama indicou que 2,6 milhões de metros quadrados de mata foram destruídos pela lama, registra “O Globo“.

O governo de Minas recomendou às pessoas não beberem a água do Rio Paraopeba, devastado pela barragem da Vale, na última sexta-feira, 25 de janeiro.

Mas animais não assistem à TV. E não têm outra água para beber se não aquela que agora está cheia de lama de minério.

O presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Paraopeba, Winston Caetano de Souza, observa que a área afetada era repleta de nascentes que alimentam o rio.

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