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Desertor da Coreia do Norte denuncia execução de família cristã

Desertor da Coreia do Norte denuncia execução de família cristã
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Um desertor detalhou como é viver como cristão na Coreia do Norte em visita à Casa Branca.

Em depoimento ao presidente norte-americano, Donald Trump, um desertor da Coreia do Norte falou sobre a execução da família de seu primo por causa da fé cristã.

Illyong Ju estava entre os quase 30 sobreviventes de perseguição religiosa que se encontraram com o presidente na Casa Branca na última quarta-feira, 25 de julho, na Casa Branca, em Washington.

Ju nasceu na Coreia do Norte em 1996 e é o mais novo de três filhos. Ele disse que durante toda a sua infância, seus pais ouviram transmissões de rádio estrangeiras por mais de 10 anos, um ato ilegal no país autoritário liderado atualmente pelo ditador Kim Jong Un.

Foi através destas transmissões de rádio clandestinas que a família de Ju se tornou adepta da religião cristã.

Ju relatou que toda a família de sua tia foi jogada em um campo de prisioneiros políticos só porque o sogro de sua tia era cristão.

“Era a família da minha prima, todos eles foram executados por compartilhar o Evangelho”, acrescentou Ju, segundo o site Christian Post.

O desertor disse que três líderes da Igreja Católica que eram responsáveis por missões na Coreia do Norte também foram enviados para campos de prisioneiros políticos.

A Coreia do Norte, nos últimos 18 anos, foi classificado como o pior país do mundo quando se trata de perseguição ao povo cristão de acordo com a Missão Portas Abertas.

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