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Direitos Humanos criticam Brasil por enviar militares para ajudar venezuelanos

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O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) criticou a acolhida feita pelo governo brasileiro para receber em Roraima os refugiados da Venezuela fugindo da ditadura de Nicolás Maduro.

Desde a visita do presidente Michel Temer a Roraima, as Forças Armadas do Brasil foram designadas para lidar com a imigração em massa de venezuelanos para o Estado.

Por meio de Medida Provisória, Temer criou a Força Tarefa Logística e Humanitária que passou a executar a operação ‘Acolhida’. Por conta disso, foram liberados R$ 190 milhões para o Ministério da Defesa custear a atuação dos militares no Estado durante um ano.

Em relatório, o CNDH disse que o governo precisa reavaliar o que chamou de “militarização da acolhida humanitária” ao fluxo de venezuelanos, e pediu que a gestão dos abrigos públicos de Roraima, onde há militares, seja transferida o quanto antes para órgãos públicos civis responsáveis pela assistência social.

De acordo com informações da Defesa Net:

Frente a essas ações, o Conselho classificou a atuação do governo brasileiro como uma “resposta humanitária militarizada ao fluxo de venezuelanos”, disse que ela é preocupante porque contraria a legislação vigente.

Segundo o relatório, o fluxo de imigrantes para o estado tem aumentado desde janeiro, “e as medidas de acolhimento, integração e ações de interiorização ainda se mostram confusas e pouco transparentes”.

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