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Diretora da revista francesa Charlie Hebdo sofre ameaças de morte

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Diretora da revista francesa Charlie Hebdo sofre ameaças de morte
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"Tive 10 minutos para recolher minhas coisas e sair da minha casa”, diz a diretora.

Marika Bret, diretora de Recursos Humanos da revista satírica Charlie Hebdo, teve de deixar sua casa após receber ameaças de morte.

As ameaças chegam em meio ao julgamento pelo atentado terrorista, que deixou vários mortos na sede do jornal em Paris, na França, em 7 de janeiro de 2015.

Marika viveu sob proteção policial por cinco anos após o ataque ao veículo Charlie Hebdo.

Dias atrás, ela afirmou que as ameaças eram “concretas o suficiente para serem levadas a sério”:

“Tive 10 minutos para recolher minhas coisas e sair da minha casa. Dez minutos para deixar uma parte da minha vida para trás é um pouco curto, e é muito brutal.”

As novas ameaças coincidem com o julgamento de 14 suspeitos de serem cúmplices dos autores dos atentados ao Charlie Hebdo e a um supermercado kosher parisiense. Os ataques deixaram 17 mortos.

Bret disse ainda que não poderá voltar para casa, destaca a agência France-Presse.

No início deste mês, como noticiou a RenovaMídia, o grupo terrorista Al-Qaeda voltou a ameaçar o veículo satírico, com a realização de um novo atentado.

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