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Dissidência das Farc alega execução de jornalistas equatorianos

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Em comunicado, guerrilha marxista culpa governos de Colômbia e Equador pelas mortes do repórter Javier Ortega, do fotógrafo Paúl Rivas, e do motorista Efraín Segarra, que teriam ocorrido durante uma operação de resgate fracassada.

Três membros de uma equipe de imprensa do jornal equatoriano El Comercio, sequestrados no fim de março por guerrilheiros dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), foram mortos em uma suposta operação de resgate fracassada, segundo comunicado divulgado pelos combatentes.

O governo equatoriano informou que ainda não confirma a morte dos três e diz que fará um comunicado em canais oficiais assim que tiver mais informações. “O governo nacional informa que, diante da circulação de um comunicado, supostamente emitido pela frente Oliver Sinisterra, está verificando a autenticidade do documento e dos fatos descritos”.

No comunicado divulgado pelos guerrilheiros, cuja autenticidade foi confirmada à emissora colombiana Blu Radio por autoridades de Colômbia e Equador, é informado que o suposto resgate foi feito “pela via militar, com desembarques em vários pontos onde estavam os senhores sequestrados, o que resultou na morte dos jornalistas e do motorista”.

“Informamos a opinião pública e os parentes dos três sequestrados equatorianos que o governo do Equador e o ministro da Colômbia não quiseram salvar a vida dos três”, continua a nota dos guerrilheiros.

 

Com informações de: [Estadão]
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