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Ditador de Belarus quer punir universitários e grevistas

Em meio à crise, Lukashenko premia forças de segurança de Belarus
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Na segunda-feira (26), a polícia bielorrussa deteve quase 600 manifestantes e grevistas.

O ditador Alexander Lukashenko, de Belarus, conclamou, nesta terça-feira (27), para que as autoridades do país tomem medidas contra operários e estudantes universitários.

Os dois grupos aderiram a uma greve convocada pela oposição do país, que segue protestando contra uma controversa reeleição de Lukashenko meses atrás.

Belarus, também conhecida como Bielorrússia, tem registrado protestos desde agosto.

Lukashenko, que diz ter sido eleito para mais um mandato presidencial, está no poder da antiga nação soviética desde 1994. 

Os seus opositores, por outro lado, alegam que o pleito foi fraudulento.

Em conversa com funcionários do governo, Lukashenko disse que “aqueles que comparecerem a manifestações não autorizadas em violação da lei devem ser privados do direito de ser um estudante”. 

O ditador afirmou ainda que os grevistas devem “liberar” os operários que desejam continuar trabalhando, destaca o jornal Gazeta do Povo

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