Ditadura de Belarus usa migrantes como peões em atrito com UE

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"Não vamos reter ninguém. Afinal, não somos o destino final deles”, diz Lukashenko.

Desesperados, assustados e implorando por ajuda, eles emergem da escuridão: um grupo de migrantes Yazidi, perdidos nas florestas da Europa Oriental.

É uma visão surreal — e que vem se repetindo em muitas noites recentes.

Tendo sobrevivido à perseguição do Estado Islâmico no Iraque, aqui na fronteira entre Belarus e Lituânia, os yazidis se viram envolvidos em uma conspiração de tirar o fôlego.

O ditador bielorruso Alexander Lukashenko está sendo acusado de usar os migrantes como peões em seu jogo de alto risco com a União Europeia.

Ao longo de 24 horas, de 27 a 28 de julho, um recorde de 171 migrantes foram presos pelas autoridades de Belarus. Um total de mais de 4 mil foram capturados até agora este ano.

A Lituânia classificou as ações de Belarus como uma “vingança em massa” após as sanções impostas pela UE depois que Lukashenko forçou um avião da Ryanair a pousar em Minsk para que pudesse prender um jornalista da oposição a bordo.

Um oficial de inteligência ocidental disse à emissora CNN que Lukashenko provavelmente está usando os migrantes como uma forma de pressionar a UE a suspender as sanções contra ele.

Em junho, enquanto o número de migrantes que chegavam ao país aumentava logo após as sanções da UE serem impostas, Lukashenko disse: 

“Não vamos reter ninguém. Afinal, não somos o destino final deles. Eles estão se dirigindo para uma Europa iluminada, calorosa e acolhedora .”

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