Ditadura de Cuba impede médicos de revalidar diploma no Brasil

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Ditadura de Cuba impede médicos de revalidar diploma no Brasil
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

A ditadura de Cuba não permite que os profissionais de saúde cubanos prestem o Revalida para receber o mesmo salário dos médicos brasileiros.

Revalida é o nome curto para o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira. O teste é necessário para que médicos com diplomas obtidos no exterior trabalhem no Brasil.

Documentos obtidos pela reportagem do jornal HuffPost Brasil comprovam que a ditadura cubana considera o exame para revalidar o diploma como uma forma de quebra de contrato.

No contrato firmado entre os profissionais cubanos e a empresa Comercializadora de Servicios Médicos Cubanos S.A (CSMC), estatal cubana responsável pela parceria, uma das cláusulas de obrigações por parte do profissional se refere ao Revalida.

Lê-se: “Não requerer exames de revalidação para o exercício da profissão”.

Parte do contrato entre profissionais médicos cubanos e a empresa estatal da ditadura.
Parte do contrato entre profissionais médicos cubanos e a empresa estatal da ditadura.

O clínico geral cubano Frank Rodríguez, 35 anos, explicou a preocupação da ditadura de Cuba para impedir que seus médicos façam o exame no Brasil.

Ele declarou:

Com o meu diploma revalidado eu não preciso mais deles. Depois de passar na prova, vou poder dar entrada as documentações e vou ter direito ao CRM [registro no Conselho Regional de Medicina necessário para exercer a profissão no Brasil]. Você fica igual ao médico brasileiro.

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