Ditadura de Cuba usa pandemia para elevar repressão

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"Constatamos a persistência de um padrão repressivo”, diz organização que observa o regime comunista.

Mais de 400 ações repressivas por parte da ditadura comunista foram registradas em Cuba no mês de agosto.

A informação foi divulgada pelo Observatório Cubano de Direitos Humanos, uma organização sem fins lucrativos sediada em Madri, na Espanha

Em um comunicado, segundo o jornal Gazeta do Povo, a organização declarou:

“Constatamos a persistência de um padrão repressivo que busca manter ilegalmente em suas casas ativistas de direitos humanos, jornalistas e artistas independentes. Tudo isso, somado às habituais práticas repressivas do governo cubano, conduzidas por detenções arbitrárias, ameaças e intimidações.”

E acrescentou:

“O Governo cubano aproveita a crise sanitária, derivada da Covid-19, para aumentar os mecanismos de controle da população, por meio de multas desproporcionais e perseguição de certas atividades econômicas.”

Dentre as ações do regime estão 111 detenções arbitrárias, 24 conduzidas com violência pela polícia. 

De acordo com o observatório, isso confirma o “padrão repressivo projetado pelo governo cubano para reter ou sitiar ativistas de direitos humanos em suas casas”.

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