Ditadura da Venezuela fecha 69 veículos de mídia

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O principal sindicato do setor divulgou balanço anual da perseguição contra a imprensa com lista incluindo 46 rádios, três emissoras de televisão e 20 jornais.

O Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa registrou 498 agressões e 66 detenções contra jornalistas este ano, e atribuiu à ditadura a intenção de “silenciar, a qualquer preço, o descontentamento pela cada vez mais crítica situação econômica e social”, com hiperinflação e escassez aguda de alimentos e remédios.

A cifra aumentou 26,5% com relação a 2016, quando foram contabilizados 360 ataques, detalha o relatório.

A maioria das 273 agressões ocorreu durante os protestos contra o ditador Nicolás Maduro, que deixaram 125 mortos entre abril e julho. 70% destes ataques foram atribuídos a militares e policiais.

Maduro e funcionários de alto escalão se declaram vítimas de “uma campanha de desprestígio” em meios locais e estrangeiros, e, inclusive, de “propaganda de guerra”.

Meios internacionais também se viram afetados. A cadeia CNN em Espanhol e as televisões colombianas Caracol TV e RCN foram retiradas da grade de programação das operadoras a cabo por ordem do governo.

Com informações de: (1)

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