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Documentos FISA revelam conluio anti-Trump dentro do FBI

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Mesmo com os fervorosos esforços da mídia em nos distrair, informações continuam vindo à tona que deixam claro o quão necessário é um processo de limpeza na capital dos Estados Unidos, em Washington.

Na última semana, vimos a divulgação dos documentos do pedido para a obtenção dos mandados da corte FISA para espionar Carter Page, um assessor da campanha presidencial de Donald Trump.

Obtido pela organização “Judicial Watch”, as mais de 400 páginas (altamente editadas para censurar diversos trechos) reforçam as conclusões feitas anteriormente pelo Comissão de Inteligência da Câmara, e que foram consideradas pelos Democratas como um delírio: os mandados FISA foram obtidos através ofuscação e fraude.

Conforme vários comentaristas alertaram que seria provado, a maior parte das informações que fizeram parte do embasamento para os pedidos dos mandados FISA era o “dossiê” de alegações sobre as atividades de Donald Trump na Rússia.

O famoso dossiê foi fornecido ao FBI pelo espião britânico Christopher Steele. Steele foi contratado durante a campanha presidencial de 2016 pela empresa de pesquisas oposicionista Fusion GPS, que foi paga pelo escritório de advocacia de Hillary Clinton, Perkins Coie, que por sua vez foi pago pela campanha de Clinton e pelo DNC (Partido Democrata). As alegações contidas no dossiê eram escandalosas e completamente não verificadas, uma violação dos estatutos federais e das regras da corte FISA.

Em outras palavras, o FBI usou pesquisa oposicionista paga pelos Democratas como justificativa para espionagem governamental sobre um oponente político e outros Americanos.

Mas tem ainda mais.

Em outra incrível coincidência, a empresa Fusion GPS contratou a professora e especialista Nellie Ohr como “consultora especialista em assuntos Russos”. Acontece que Nellie Ohr é casada com Bruce Ohr, procurador-geral adjunto no DoJ (Departamento de Justiça dos EUA).

Alega-se que Bruce Ohr teria passado a pesquisa anti-Trump de sua esposa para o FBI. Ele foi demovido do cargo por não ter revelado que sua esposa estava trabalhando para a Fusion GPS e também suas próprias reuniões com o fundador da Fusion GPS, Glenn Simpson.

A corte FISA nunca foi informada de nada disso. Eles não deveriam ficar sabendo. Nenhum de nós deveria ficar sabendo.

Quando milhares de e-mails do DNC (Partido Democrata) foram vazados para o público através a organização Wikileaks, de Julian Assange, descobrimos que Hillary Clinton tinha abusado do processo de primárias dentro do partido, quase falido financeiramente o DNC e na prática roubou de Bernie Sanders a nomeação para a candidatura do partido.

Também descobrimos que a imprensa tinha um tratamento preferencial com Hillary, pedindo sua aprovação antes de publicar notícias e enviando antecipadamente questões dos debates. (a narrativa oficial é que hackers russos invadiram os servidores do DNC e entregaram os e-mails para a Wikileaks. No entanto, tanto Assange como ex-oficiais das inteligências americanas e britânicas negam isso veementemente, afirmando que foi um vazamento interno e não uma invasão externa. O DNC se recusou a fornecer os servidores para o FBI realizar uma perícia técnica.)

E tem o fato da má-utilização de um servidor de e-mails pessoal, por parte de Hillary Clinton, para lidar com informações e dados secretos do Departamento de Estado. Agora sabemos que o então diretor do FBI, James Comey, decidiu não processar Clinton antes mesmos de as investigações serem completadas. Também sabemos que o ex-advogado do FBI, Peter Strzok, reescreveu o relatório inicial de Comey para mudar a conduta de Clinton de “grosseiramente negligente”, uma violação do estatuto federal aplicável, para “muito descuidada”.

Trata-se do mesmo Peter Strzok que expressou seu desdém por Donald Trump em muitas das dezenas de milhares de mensagens texto que trocou com sua amante e também advogada do FBI Lisa Page. Strzok fez a infame declaração de que possuíam uma “apólice de seguro” e que “iria barrar” que Trump se tornasse presidente. Em uma audiência ao congresso duas semanas atrás, Strzok arrogantemente insistiu que seu viés anti-Trump não afetou suas atividades profissionais.

Ele deve pensar que todos somos idiotas.

Porém, era para nenhum de nós nunca ficar sabendo disso tudo.

Hillary Clinton deveria ganhar. Ninguém ficaria sabendo que a “investigação” do FBI sobre suas violações de estatutos federais já tinha conclusão antecipada de exonerá-la. Ninguém ficaria sabendo que membros do FBI e do DoJ estavam usando suas posições de poder no governo para atacar e desacreditar um homem que “não deveria” ganhar, mas ganhou.

A presidência não-ortodoxa de Trump foi um grande presente. Vem expondo toda a corrupção dentro do governo e a traição do público Americano pela maior parte da mídia.

 

Artigo de Laura Holis no Boston Herald e traduzido pelo O Carcará

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