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Dólar estaria 20 centavos mais caro se não fosse o efeito Bolsonaro

Dólar estaria 20 centavos mais caro se não fosse o efeito Bolsonaro
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Um modelo desenvolvido pela Guide Investimentos busca separar as influências internas e externas sobre a cotação da moeda norte-americana.

Ao ver o dólar subir e fechar em R$ 3,76 e a Bolsa cair 2,8% nesta quarta-feira (10), muitos podem pensar que o namoro do mercado financeiro com o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, acabou.

Mas não é bem assim.

Sem o fator interno das eleições e da possibilidade de vitória do candidato Jair Bolsonaro, que tem como guru um economista liberal, a cotação da moeda norte-americana estaria um pouco maior, em R$ 3,96.

A informação é da corretora Guide Investimentos, que criou um modelo estatístico que consegue determinar o peso de componentes internos e externos na cotação do dólar.

O modelo observa mais de 30 moedas de maior liquidez no mundo, incluindo o real, e retira delas quatro variáveis capazes de explicar o movimento de câmbio global.

 

Adaptado da fonte Gazeta do Povo

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